"E a Alquimia continuou muito bem, nesta "Roda de conversa" sobre o tema "saúde intestinal e emagrecimento" do dia 18 de abril, 2015.
Que dia especial!!! Que turma Maravilhosa... com
parceiras de jornada, clientes queridos (as) e gente nova
chegando...reunimos uma diversidade fantástica de idades, profissões,
estilos de vida e condutas alimentares...e assim continuará a "Alquimia
da Nutrição", aberta à todos que querem tornar sua alimentação e sua
vida cada dia melhores!
Gratidão à todos que contribuíram para este
caldeirão de conhecimentos, trocas de experiências, sentimentos e
transformações!!!
Gratidão à Fernanda Alves de Miranda, pela bela
sinergia com a "Alquimia da Nutrição" e que pôde ser concretizada no
Espaço Vivarte!!!
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sexta-feira, 24 de abril de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
Saúde intestinal e seus efeitos no emagrecimento
A Alquimia da nutrição realiza no dia 18 de abril um RODA DE CONVERSA sobre saúde intestinal e emagrecimento.
Quer aprender o que é preciso fazer para emagrecer e manter o peso em equilíbrio? A hora é essa!!! Vamos entender e atuar na raiz da questão!
Será que você sabe o que, realmente, é um intestino saudável? Pois, saúde intestinal está relacionada com outros aspectos, além da frequência de evacuações. Ela está relacionada com a integridade da mucosa e esta integridade depende do tipo de microorganismos que habitam o nosso intestino, que por sua vez é dependente do tipo de alimentos que consumimos.
Esta é um oportunidade de aprender sobre os "alimentos chaves" para se promover este equilíbrio e sua relação com o emagrecimento.
Tudo isto com a abordagem peculiar e integral da Alquimia da nutrição.
O objetivo é proporcionar um bate-papo descontraído e oportunizar o esclarecimento de dúvidas do grupo, além de DEGUSTAÇÃO de preparações e fornecimento de RECEITAS funcionais.
Facilitadora : Mônica Menezes (Nutricionista), idealizadora do movimento Alquimia da Nutrição
\saúde intestinal e seus efeitos no emagrecimento
CURTA A PÁGINA DO FACE (Alquimia da Nutrição) E ACOMPANHE AS DATAS E TEMAS DOS PRÓXIMOS ENCONTROS...
Parceria: VivArte
Inscrições: monica_nutricao@hotmail.co m
(71) 99578642
Podem fazer contato aqui na página da Alquimia da Nutrição.
Investimento: R$50,00
Quer aprender o que é preciso fazer para emagrecer e manter o peso em equilíbrio? A hora é essa!!! Vamos entender e atuar na raiz da questão!
Será que você sabe o que, realmente, é um intestino saudável? Pois, saúde intestinal está relacionada com outros aspectos, além da frequência de evacuações. Ela está relacionada com a integridade da mucosa e esta integridade depende do tipo de microorganismos que habitam o nosso intestino, que por sua vez é dependente do tipo de alimentos que consumimos.
Esta é um oportunidade de aprender sobre os "alimentos chaves" para se promover este equilíbrio e sua relação com o emagrecimento.
Tudo isto com a abordagem peculiar e integral da Alquimia da nutrição.
O objetivo é proporcionar um bate-papo descontraído e oportunizar o esclarecimento de dúvidas do grupo, além de DEGUSTAÇÃO de preparações e fornecimento de RECEITAS funcionais.
Facilitadora : Mônica Menezes (Nutricionista), idealizadora do movimento Alquimia da Nutrição
\saúde intestinal e seus efeitos no emagrecimento
CURTA A PÁGINA DO FACE (Alquimia da Nutrição) E ACOMPANHE AS DATAS E TEMAS DOS PRÓXIMOS ENCONTROS...
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Inscrições: monica_nutricao@hotmail.co
(71) 99578642
Podem fazer contato aqui na página da Alquimia da Nutrição.
Investimento: R$50,00
quinta-feira, 3 de maio de 2012
DIETA VEGETARIANA APOIADA PELO CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS (CRN-5)
O primeiro parecer foi divulgado pelo CRN-3 e agora encontra o apoio do CRN-5, que publicou em seu site, a matéria abaixo.
A mesma contou com o apoio de 3 nutricionistas Eu, Mônica Menezes(Bahia), Gilcélio Almeida (Sergipe) e George Guimarães (São Paulo).
CRN-5 apoia parecer “absolvendo” dieta vegetariana
Para as pessoas que defendem o direito à vida, inerente a todas às espécies animais, eis uma notícia de interesse: o Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região (Mato Grosso e São Paulo) emitiu um parecer absolvendo a dieta vegetariana, ou seja, admitindo a sua viabilidade enquanto opção alimentar. Totalmente apoiado pelo Conselho Regional de Nutricionistas da 5ª região (Bahia e Sergipe), o parecer defende que a natureza biológica do ser humano lhe possibilita escolher aquilo que deseja comer, o que inclui o vegetarianismo como opção.
Segundo o parecer do CRN-3 apoiado pelo CRN-5, o vegetarianismo pode ser adotado em qualquer idade, desde que atenda às necessidades nutricionais individuais, tais como manter os índices adequados de cálcio, ferro, zinco, ômega 3, proteína e vitamina B12 no organismo. Ao nutricionista cabe não só respeitar a escolha do seu cliente/paciente, como também orientar o planejamento alimentar, considerando as necessidades e preferências pessoais quanto ao tipo de dieta. "O papel do nutricionista é orientar e não julgar a opção do indivíduo. Este profissional não deve, de modo algum, desencorajar seu paciente em relação a optar pelo vegetarianismo", declara o nutricionista de Aracaju, conselheiro do CRN-5, Gilcélio Almeida, que é vegetariano.
Um erro recorrente nas dietas vegetarianas sem orientação adequada é o consumo elevado de fibras nutricionais, que pode comprometer a absorção de diversos nutrientes, principalmente o ferro. "Por esse motivo é importante procurar um nutricionista para fazer o ajuste adequado", destaca Gilcélio. O nutricionista é o profissional que conhece os nutrientes e as suas fontes. Sua competência o permite avaliar o estado nutricional de cada indivíduo e assim elaborar a conduta mais adequada para atender suas necessidades dentro dos princípios vegetarianos. "Uma dieta vegetariana bem orientada fornece nutrientes em quantidade suficiente para manutenção da saúde e sem os danos das gorduras saturadas presentes nos tecidos animais", completa.
Não ao preconceito
Segundo o nutricionista de São Paulo, George Guimarães, especializado em dietas vegetarianas e historicamente perseguido pelos colegas de classe, cabem às faculdades de nutrição romper com certos dogmas e paradigmas enraizados na estrutura de ensino para, no mínimo, não formar profissionais desqualificados e preconceituosos. "Como a nutrição no passado, a medicina também precisa ser reciclada nesse aspecto, pois a grande maioria dos médicos (salvo raras exceções) faz um verdadeiro terrorismo psicológico em pacientes que manifestam a sua condição vegetariana. A adoção mal planejada de qualquer dieta é que deve ser atacada, independente se é vegetariana ou não", declara George.
Para a nutricionista baiana Mônica Menezes, os vegetarianos têm diversas razões científicas, ambientais, religiosas, filosóficas e éticas para justificar suas escolhas alimentares. "O que importa é que esta escolha seja bem planejada e orientada, com o intuito de garantir a adequação nutricional e a saúde do indivíduo", declara.
Diferenciações - As pessoas confundem o ovolactovegetarianismo, o vegetarianismo estrito e o veganismo. Para Mônica Menezes, a diferenciação entre os termos é importante. "O vegetarianismo refere-se ao termo mais genérico. Dentro desta linha, temos as diversas variações", diz.
O ovolactovegetariano é o indivíduo que não consome carnes de qualquer forma, mas consome leites, derivados e ovos. O estrito não aceita nem mesmo estes alimentos. Já o vegano não consome qualquer alimento de origem animal, inclusive mel, além de não usar qualquer produto, que esteja envolvido com a exploração e sofrimento animal, no seu vestuário, trabalho, entretenimento. Opõe-se, inclusive, ao uso de animais em rituais religiosos.
Deficiência de ferro - Em cada 100 indivíduos com deficiência de ferro ou em condição anêmica, se apenas um for vegetariano, muito provavelmente será justamente ele o alvo de uma "condenação óbvia" por sua escolha alimentar. "E em relação aos outros 99 indivíduos que comem carne e estão anêmicos, qual o juízo atribuído a eles? Cerca de 1/3 da população mundial sofre de deficiência de ferro, mas a maioria das pessoas que apresentam o problema comem carne", declara Gilcélio.
O ferro é apenas um exemplo, mas há outros dogmas alimentares relacionados ao consumo ou ao não consumo de carne ou derivados de produtos de origem animal. "Feijões, ervilha, lentilha e grão de bico são exemplos de fontes de ferro de origem vegetal que podem substituir a carne tanto para absorção de ferro quanto de aminoácidos essenciais", relata Mônica, que também é vegetariana.
Segundo ela, "outra importante fonte de ferro para os vegetarianos são as folhas de cor escura, como couve e brócolis. A absorção deste mineral pelo organismo é otimizada quando seu consumo é associado a fontes de vitamina C (acerola, laranja, caju, mamão etc.)", destaca. Pesquisas mostram que o intestino do indivíduo vegetariano adapta-se e absorve de forma mais eficiente o ferro e a proteína de origem vegetal. Além da deficiência do ferro, as dietas vegetarianas podem apresentar menor ingestão de vitamina B12, vitamina D, cálcio, iodo e zinco, o que pode causar efeitos negativos sobre o organismo.
Outros nutrientes - O vegano e o vegetariano estrito devem estar atentos para a ingestão da vitamina B12, pois ela só está presente em alimentos de origem animal. A forma segura de consumo deste nutriente se dá através do uso de suplementação de origem bacteriana, já que os vegetarianos não admitem que seja extraída de animais. "As bactérias do intestino grosso humano produzem B12, no entanto, o local de absorção da vitamina é no final do intestino delgado, o que significa que ela é produzida num ponto posterior ao local em que é absorvida", explica Mônica.
A vitamina D pode ser produzida no próprio organismo, através do contato da pele com os raios solares ou do consumo de cereais e leite de soja fortificado. Já o cálcio, obtido mais frequentemente através do leite e derivados, pode ser obtido também pela ingestão de folhas verdes e leguminosas, pontua a nutricionista.
Os vegetarianos geralmente ingerem menor quantidade de zinco que os indivíduos que comem carne e vegetais (onívoros), mas na dieta vegetariana orientada por um nutricionista deve conter quantidades suficientes de zinco obtidas a partir de cereais integrais e feijões. O iodo, por sua vez, deve ser ingerido através da soja, batata-doce, agrião, alcachofra, alface, alho, cebola, cenoura, ervilha, aspargo, rabanete e algas.
Ver link:
http://crn5.org.br/?page_id=491
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Você, realmente, sabe do que a boa nutrição é capaz?
A nutrição é
tudo que permitimos entrar, por nossos olhos, ouvidos e boca, no nosso campo
energético, além dos nossos próprios pensamentos e sentimentos.
Nensam dos nossos próprios sentiste
momento me refiro a nutrição promovida
pelo que permitimos entrar pela boca, a nutrição do corpo físico, a
nutrição celular.
Precisamos saber criar condições favoráveis para manutenção do estado de saúde ou para recuperação de doenças, emagrecimento, etc. Estas condições são decorrentes de um conjunto de boas escolhas alimentares.
A ciência da nutrição é algo muito maior do que contagem de calorias!
A nutrição tem competência para manter e restabelecer o equilíbrio e bem-estar do organismo, através de escolhas alimentares considerando as características individuais de cada alimento, além do seu valor nutricional, considerando o seu aspecto funcional, assim como considera a necessidade particular de cada indivíduo.
Até breve!
Nensam dos nossos próprios sentiste
momento me refiro a nutrição promovida
pelo que permitimos entrar pela boca, a nutrição do corpo físico, a
nutrição celular.
Esta nutrição é
FUNDAMENTAL na construção da saúde, porém um tipo de dieta (ex:
ovolactovegetariano, veganismo, macrobiótica, onívera, dieta do mediterrâneo ,
South beach etc.)escolhido, não nos imuniza da dor e doença, pois a construção
da saúde envolve várias dimensões do ser, além da nutrição física. O ideal é
que um aspecto potencialize o outro. Além do que, em qualquer dieta escolhida
acima, pode haver más escolhas e/ou
desequilíbrios, caso seja mal planejada. Pode-se, por exemplo, ter um vegetariano, que
mantém um alto consumo de produtos industrializados, frituras, doces etc. e o
onívero com o excesso de proteína (principalmente animal), favorecendo a nefrotoxidade, lesão renal,
Disbiose, que é o desequilíbrio da microbiota intestinal e favorece o aumento
de substâncias carcinogênicas.
Fragmentando
mais ainda o cuidado com a saúde, está a escolha de um determinado alimento ou
suplemento que muitas vezes são divulgados disseminando a idéia, que se é bom
para tudo e para todos, quase um santo milagreiro, que vai curar todas as
doenças, inclusive a obesidade, que é por onde ocorre mais apelação. E aí, ATENÇÃO, pois NÃO há alimento absolutamente bom para tudo, nem bom para todos.
É muito comum a
pergunta: “Tal” dieta ou alimento ou
suplemento é bom? A pergunta está incompleta, pois necessita dos
complementos: Para que? Para quem? E
qual a melhor forma de uso para a finalidade desejada?
Pois é, uma
coisa pode ser ótima para um indivíduo, mais ou menos para outro, não ter
efeito nenhum em outro e em outros casos até agrava o estado de saúde, pois
pode ser bom para tratar determinada doença e ter a capacidade de agravar outra.
Então precisamos saber: O que precisamos realmente? Qual a quantidade
necessária? Qual a frequência de uso? etc. Precisamos saber criar condições favoráveis para manutenção do estado de saúde ou para recuperação de doenças, emagrecimento, etc. Estas condições são decorrentes de um conjunto de boas escolhas alimentares.
A nutrição tem competência para manter e restabelecer o equilíbrio e bem-estar do organismo, através de escolhas alimentares considerando as características individuais de cada alimento, além do seu valor nutricional, considerando o seu aspecto funcional, assim como considera a necessidade particular de cada indivíduo.
Até breve!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Cuidar da saúde ou da doença?
Saúde! Tem alguém que não
considere importante ter saúde? Até hoje não vi.
Gosto de
perguntar aos meus pacientes se a saúde
é algo importante nas suas vidas e todos respondem com veemência que sim! Mas
quando pergunto se o seu comportamento e suas escolhas reproduzem esta
importância, aí a coisa complica e é muito difícil ouvir um sim! Por que será?
Alguém pode me ajudar?rsrs...Eu começo arriscando algumas coisas como: Falta de
compreensão do sentido da vida, sobre o sentido do comer, falta de amor e respeito por
si, junto com todas as dificuldades sociais, culturais , econômicas e
emocionais, que para cada indivíduo, um ou mais itens “falam mais alto”.
O que seria cuidar da saúde? O
que mais escuto está relacionado com a ida ao médico, realizações de exames e
uso correto dos medicamentos. Escuto mais coisas, mas essas são mais comuns. E
aí pergunto: Será que ir ao médico e/ou tomar medicamentos são literalmente
cuidar da saúde, seriam os primeiros passos? Eu não tenho dúvida que essas
atitudes têm sua devida importância, pois realmente pode-se identificar problemas com antecedência e
iniciar o tratamento o quanto antes e
aumentar a chance de bons resultados. Porém ao irmos ao
médico, realizarmos exames e caso seja diagnosticada alguma doença a ser
tratada, não estaríamos cuidando da
doença? E que foi construída por falta de cuidado com a saúde?
Esta forma, tecnicamente, seria
cuidar da saúde a nível secundário e terciário, mas a meu ver, cuidar da saúde
é o que tecnicamente é classificado no nível
primário de cuidado com a saúde, que são as escolhas feitas no dia a
dia, baseadas nos conhecimentos que podem prevenir doenças e promover saúde.
Creio que a saúde, para muitos, é
mais uma coisa na vida, que se dá valor
depois que se perde! Coisa de nós humanos!!!rsrs...Isso quando se dá o devido
respeito a dor e doença e aos resultados de exames (que muitas vezes não está associado a uma dor ou
sintoma), pois muitas vezes, apenas queremos “calar a boca” da dor com
remédios, sem tentar entender o que ela, ou melhor, nosso corpo quer dizer com
ela. Mais difícil ainda é respeitar um resultado de exame, que não vem
acompanhado de dor, pois já que não tem dor, empurra-se com a barriga! Será que
precisamos fazer algo só quando a dor aparece?
Por hoje é só!
Deixo vocês com mais perguntas do
que respostas, mas é isso mesmo!!! As melhores respostas somos nós mesmo que
podemos dar!!!
Vamos acordar???
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