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terça-feira, 8 de maio de 2012

EXCESSO DE GORDURA CORPORAL E INFLAMAÇÃO, QUAL A RELAÇÃO?



Veja o vídeo, sobre o assunto, produzido pelo movimento "Alquimia da Nutrição",  no youtube:


O Brasil é o 2º país no mundo com maior número de obesos, já ultrapassou a Alemanha!
Obesidade é o resultado de um conjunto de alterações orgânicas que culminam em excesso de gordura corporal e não necessariamente excesso de peso.
A obesidade é uma enfermidade crônica, pois quem atinge índices de obesidade cria mutações nos seus genes, que faz com que o indivíduo passe a ter tendência a sempre ser obeso.
Estes genes são mais poupadores de energia, do que gastadores.
Tratar a obesidade não é ficar usando termogênicos, usar adoçantes e ficar fixado na quantidade de calorias dos alimentos. É ensinar a própria célula de gordura(adipócito) a queimar a gordura.
Entender o comportamento dos alimentos no corpo é importante.  
A atividade física é fundamental, pois a massa magra, também é fator importante no tratamento da obesidade e a oxigenação do tecido adiposo estimulada pelo exercício aeróbico diminuem a inflamação. Mas o raciocínio de que para emagrecer o que tem que se fazer é comer menos e gastar mais é limitado!
Sabe-se hoje, que o foco no tratamento da obesidade está na redução da inflamação , pois a obesidade é uma doença inflamatória. Pode-se até reduzir o peso e/ou gordura corporal com estratégias que não estejam considerando este aspecto, porém sabe-se, que não se consegue manter o peso perdido enquanto se mantém inflamado. Além da inflamação criar condições para o ganho de peso, ela favorece a resistência a insulina, Diabetes, arteriosclerose, dislipidemia, hipertensão, insuficiência renal etc.
A inflamação pode ser favorecida ou desfavorecida pela alimentação.
Exemplos de alimentos inflamatórios:
Gordura saturada( frituras, carnes, manteiga), ácido graxo Omega-6 (ex:óleo de milho),, arroz branco, café e leite.
Alimentos formadores de AGE(produtos finais de glicação avançada): Produtos açucarados (biscoito recheados, suco de caixinha etc.), com a exposição a longo prazo(meses) há aumento no nível de AGE, caramelizando sangue e células.
Produtos que já contém o AGE: Queijos, sucrilhos, maionese, margarina, Cream Chease, frutose concentrada).
Os AGEs podem ser criados nas preparação do alimento, sempre que associamos um Carboidrato (ex: arroz, macarrão, batata, pão) com uma proteína (ex: carnes, queijos), assim como as preparações assadas e grelhadas.

 
Alimentos antiinflamatórios- Ex: Gengibre, alho, cúrcuma, açafrão, Omega 3 (linhaça, chia. Nozes, açaí), acelga, brócolis, lentilha, amêndoa, castanha do Pará.
Obs: A inflamação é uma resposta necessária na defesa do organismo, porém o que é inadequado é quando se apresenta de forma exacerbada, pois assim favorece o desenvolvimento das doenças citadas acima.
O padrão alimentar brasileiro estabelecido hoje é altamente pró- inflamatório.
Vamos rever nossos conceitos???
Mais adiante falarei de outros fatores que são gatilhos para inflamação (alimentares e extra-alimentares) e que contribuem para a construção da obesidade.
Falarei, também, mais detalhadamente, sobre alguns alimentos que podem auxiliar no processo emagrecimento! 
Ressaltando que a solução não está na escolha de apenas um alimento, pois a intervenção contra a obesidade tem que ser global!!!


Você pode nos acompanhar, também, na página do facebook: https://www.facebook.com/alquimiadanutricao

Referências: 
BAILLIE - HAMILTON,P.F.J Altern complement Med 8:185-192, 2002

Quim. Nova vol 30 no 3 São Paulo May / june 2007

WAGNER, M. ; OE HLMANN, J. Endocrine disruptors in bottled mineral water, total estrogenic burden and migration from plastic bottles. Environ Sci Pollut Res; 16: 278-286, 2009

Inflammatory Path Way Genes lelong to Major Targets of Persistent Organic Pollutants in adipose Cells. Erviron Health Perspect. 2012 jan 19

Crispim ca et al. Arq Bras Endocrinol Metab; 51/7:1041-1049,2007

V. Bezaire et al / FEBS  Letters 583 (2009) 3045-3049

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Risoto de Shitake com Quinua - por Renata Vilas Boas


  
Ingredientes:
1 colher de sopa de Azeite de oliva
1 cebola pequena cortada em cubos pequenos
1 bandeja de shitake cortado em lâminas (retirar os talos)
1 xicara de vinho branco seco
1 xícara de quinoa em grãos
1 limão siciliano - só o suco (opcional)
Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
Modo de preparo:
Coloque a quinoa de molho em água enquanto prepara o restante.
Refogue a cebola no azeite até dourar.
Adicione o shitake e deixe secar um pouco.
Adicione o vinho branco e quando começar a secar adicione a quinoa escorrida e misture bem.
Adicione o suco do limão e 2 xícaras de água filtrada.
Abaixe o fogo, tampe a panela e deixe a quinoa cozinhar.
Ajuste sal e pimenta do reino.
Adicione mais água se necessário.
Quando a quinoa estiver cozida (quase translúcida) desligue o fogo.
Sirva quente com salada de folhas, pepino em cubos e tomatinho com molho de balsâmico.

Grata Renata!

Como melhorar o aproveitamento de Ferro dos alimentos pelo corpo?

Não basta ingerir é preciso absorver!!!

Essas orientações são úteis para os vegetarianos e onívoros. Pois 1/3 da população mundial sofre com a deficiência deste mineral e a maioria come carnes.


Os feijões são fontes de ferro e as outras leguminosas ( ervilha, lentilha, grão de bico, etc.), cereais integrais (quinua, germe de trigo, etc.), castanhas,damasco desidratado, algas e folhas verdes, também.

É importante saber como favorecer a absorção do mesmo.

Então Vamos lá...

Consumir fontes de vitamina C, vitamina A e o betacaroteno, junto as fontes de ferro, favorecem o seu aproveitamento. Sendo o mais potente a vitamina C. As fontes de vitamina C são: Acerola, goiaba, Kiwi, laranja, abacaxi, mamão, Pimentões etc.

Os inibidores da absorção são: Polifenóis (tanino e catequinas) encontrados no chá preto, cacau, café e chás de ervas;

Cálcio, algumas proteínas presentes em ovos, leite e queijos (chamadas caseíno-fosfopeptídeos);

Ácido fítico ou fitato, presente em diversas sementes e grãos.

Então, que tal trocar o cafezinho, após almoço, por uma fatia de abacaxi ou mamão? Além de ajudarem na absorção do ferro, favorecem a digestão;

Evitar o consumo frequente de preparações a base de leite e queijos, junto as fontes de ferro, também é uma atitude sensata.

Deixar de molho sementes e grãos e a germinação são procedimentos que favorecem a redução do fitato.

Outro fator importante é a avaliar a saúde do estômago, pois a acidez facilita a absorção! Então cuidado com o uso inadequado de anti-ácidos
Deixo aqui alguns álimentos e a quatidade de ferro encontrado em 100g:
Spirulina seca- 28,5 mg;Feijão branco cru-10,44mg; Quinoa real-9,25, Feijão preto- 6,5 mg;Damasco desidratado-6,31mg; Castanha de caju sem sal-6 mg; Agrião-3,1mg.
Para comparação cito a carne: Filé mignon sem gordura grelhado-2,9mg

Até breve!!!

domingo, 6 de maio de 2012

BELEZA POÉTICA....por Luciane Sabá

                                             
                                         A VIDA

Viver é sentir...
Cada passo, cada toque, cada sonho, cada amor.
Viver é degustar cada fruto.
É unir cada alma.
Viver é sanar cada dor, despertando sorrisos em cada ser.
Viver é absolutamente o sopro de ser!
Em cada linha que nos rege, em cada traço que nos liga, em cada destino que nos convida.
Viver é acordar os monstros internos e domá-los...
É renascer meio ao pranto da noite e recolher as gotas de chuva.
Viver é caminhar no rumo do sol, é respirar a Deusa em nós.
Viver é evoluir.
Viver é tocar uma sublime música angelical.
É desabrochar em rosa, para que a vida possa ofertar a essência do amor.
Viver é sentir!
É promover o riso, o toque, o recolher, o acolher.
Viver é libertar as asas que aprisionam nosso ser.
É luzir!
É segurar os laços que afinam o peito no sentido de amar.
Amar la vida!

Luciane Saba   5 de Abril 2012

quinta-feira, 3 de maio de 2012

DIETA VEGETARIANA APOIADA PELO CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS (CRN-5)

O primeiro parecer foi divulgado pelo CRN-3 e agora encontra o apoio do CRN-5, que publicou em seu site, a matéria abaixo.

A mesma contou com o apoio de 3 nutricionistas Eu, Mônica Menezes(Bahia), Gilcélio Almeida (Sergipe) e George Guimarães (São Paulo).


  

 CRN-5 apoia parecer “absolvendo” dieta vegetariana 

Para as pessoas que defendem o direito à vida, inerente a todas às espécies animais, eis uma notícia de interesse: o Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região (Mato Grosso e São Paulo) emitiu um parecer absolvendo a dieta vegetariana, ou seja, admitindo a sua viabilidade enquanto opção alimentar. Totalmente apoiado pelo Conselho Regional de Nutricionistas da 5ª região (Bahia e Sergipe), o parecer defende que a natureza biológica do ser humano lhe possibilita escolher aquilo que deseja comer, o que inclui o vegetarianismo como opção. 


Segundo o parecer do CRN-3 apoiado pelo CRN-5, o vegetarianismo pode ser adotado em qualquer idade, desde que atenda às necessidades nutricionais individuais, tais como manter os índices adequados de cálcio, ferro, zinco, ômega 3, proteína e vitamina B12 no organismo. Ao nutricionista cabe não só respeitar a escolha do seu cliente/paciente, como também orientar o planejamento alimentar, considerando as necessidades e preferências pessoais quanto ao tipo de dieta. "O papel do nutricionista é orientar e não julgar a opção do indivíduo. Este profissional não deve, de modo algum, desencorajar seu paciente em relação a optar pelo vegetarianismo", declara o nutricionista de Aracaju, conselheiro do CRN-5, Gilcélio Almeida, que é vegetariano.

Um erro recorrente nas dietas vegetarianas sem orientação adequada é o consumo elevado de fibras nutricionais, que pode comprometer a absorção de diversos nutrientes, principalmente o ferro. "Por esse motivo é importante procurar um nutricionista para fazer o ajuste adequado", destaca Gilcélio. O nutricionista é o profissional que conhece os nutrientes e as suas fontes. Sua competência o permite avaliar o estado nutricional de cada indivíduo e assim elaborar a conduta mais adequada para atender suas necessidades dentro dos princípios vegetarianos. "Uma dieta vegetariana bem orientada fornece nutrientes em quantidade suficiente para manutenção da saúde e sem os danos das gorduras saturadas presentes nos tecidos animais", completa.

Não ao preconceito

Segundo o nutricionista de São Paulo, George Guimarães, especializado em dietas vegetarianas e historicamente perseguido pelos colegas de classe, cabem às faculdades de nutrição romper com certos dogmas e paradigmas enraizados na estrutura de ensino para, no mínimo, não formar profissionais desqualificados e preconceituosos. "Como a nutrição no passado, a medicina também precisa ser reciclada nesse aspecto, pois a grande maioria dos médicos (salvo raras exceções) faz um verdadeiro terrorismo psicológico em pacientes que manifestam a sua condição vegetariana. A adoção mal planejada de qualquer dieta é que deve ser atacada, independente se é vegetariana ou não", declara George.

Para a nutricionista baiana Mônica Menezes, os vegetarianos têm diversas razões científicas, ambientais, religiosas, filosóficas e éticas para justificar suas escolhas alimentares. "O que importa é que esta escolha seja bem planejada e orientada, com o intuito de garantir a adequação nutricional e a saúde do indivíduo", declara.

Diferenciações - As pessoas confundem o ovolactovegetarianismo, o vegetarianismo estrito e o veganismo. Para Mônica Menezes, a diferenciação entre os termos é importante. "O vegetarianismo refere-se ao termo mais genérico. Dentro desta linha, temos as diversas variações", diz.

O ovolactovegetariano é o indivíduo que não consome carnes de qualquer forma, mas consome leites, derivados e ovos. O estrito não aceita nem mesmo estes alimentos. Já o vegano não consome qualquer alimento de origem animal, inclusive mel, além de não usar qualquer produto, que esteja envolvido com a exploração e sofrimento animal, no seu vestuário, trabalho, entretenimento. Opõe-se, inclusive, ao uso de animais em rituais religiosos.

Deficiência de ferro - Em cada 100 indivíduos com deficiência de ferro ou em condição anêmica, se apenas um for vegetariano, muito provavelmente será justamente ele o alvo de uma "condenação óbvia" por sua escolha alimentar. "E em relação aos outros 99 indivíduos que comem carne e estão anêmicos, qual o juízo atribuído a eles? Cerca de 1/3 da população mundial sofre de deficiência de ferro, mas a maioria das pessoas que apresentam o problema comem carne", declara Gilcélio.

O ferro é apenas um exemplo, mas há outros dogmas alimentares relacionados ao consumo ou ao não consumo de carne ou derivados de produtos de origem animal. "Feijões, ervilha, lentilha e grão de bico são exemplos de fontes de ferro de origem vegetal que podem substituir a carne tanto para absorção de ferro quanto de aminoácidos essenciais", relata Mônica, que também é vegetariana.

Segundo ela, "outra importante fonte de ferro para os vegetarianos são as folhas de cor escura, como couve e brócolis. A absorção deste mineral pelo organismo é otimizada quando seu consumo é associado a fontes de vitamina C (acerola, laranja, caju, mamão etc.)", destaca. Pesquisas mostram que o intestino do indivíduo vegetariano adapta-se e absorve de forma mais eficiente o ferro e a proteína de origem vegetal. Além da deficiência do ferro, as dietas vegetarianas podem apresentar menor ingestão de vitamina B12, vitamina D, cálcio, iodo e zinco, o que pode causar efeitos negativos sobre o organismo.

Outros nutrientes - O vegano e o vegetariano estrito devem estar atentos para a ingestão da vitamina B12, pois ela só está presente em alimentos de origem animal. A forma segura de consumo deste nutriente se dá através do uso de suplementação de origem bacteriana, já que os vegetarianos não admitem que seja extraída de animais. "As bactérias do intestino grosso humano produzem B12, no entanto, o local de absorção da vitamina é no final do intestino delgado, o que significa que ela é produzida num ponto posterior ao local em que é absorvida", explica Mônica.

A vitamina D pode ser produzida no próprio organismo, através do contato da pele com os raios solares ou do consumo de cereais e leite de soja fortificado. Já o cálcio, obtido mais frequentemente através do leite e derivados, pode ser obtido também pela ingestão de folhas verdes e leguminosas, pontua a nutricionista.

Os vegetarianos geralmente ingerem menor quantidade de zinco que os indivíduos que comem carne e vegetais (onívoros), mas na dieta vegetariana orientada por um nutricionista deve conter quantidades suficientes de zinco obtidas a partir de cereais integrais e feijões. O iodo, por sua vez, deve ser ingerido através da soja, batata-doce, agrião, alcachofra, alface, alho, cebola, cenoura, ervilha, aspargo, rabanete e algas.

 
 Ver link:
http://crn5.org.br/?page_id=491

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Você, realmente, sabe do que a boa nutrição é capaz?

A nutrição é tudo que permitimos entrar, por nossos olhos, ouvidos e boca, no nosso campo energético, além dos nossos próprios pensamentos e sentimentos.
                                Nensam dos nossos próprios sentiste momento me refiro a nutrição promovida  pelo que permitimos entrar pela boca, a nutrição do corpo físico, a nutrição celular.

Esta nutrição é FUNDAMENTAL na construção da saúde, porém um tipo de dieta (ex: ovolactovegetariano, veganismo, macrobiótica, onívera, dieta do mediterrâneo , South beach etc.)escolhido, não nos imuniza da dor e doença, pois a construção da saúde envolve várias dimensões do ser, além da nutrição física. O ideal é que um aspecto potencialize o outro. Além do que, em qualquer dieta escolhida acima, pode haver más escolhas e/ou  desequilíbrios, caso seja mal planejada. Pode-se, por exemplo, ter um vegetariano, que mantém um alto consumo de produtos industrializados, frituras, doces etc. e o onívero com o excesso de proteína (principalmente animal),  favorecendo a nefrotoxidade, lesão renal, Disbiose, que é o desequilíbrio da microbiota intestinal e favorece o aumento de substâncias carcinogênicas.
Fragmentando mais ainda o cuidado com a saúde, está a escolha de um determinado alimento ou suplemento que muitas vezes são divulgados disseminando a idéia, que se é bom para tudo e para todos, quase um santo milagreiro, que vai curar todas as doenças, inclusive a obesidade, que é por onde ocorre mais apelação. E aí, ATENÇÃO, pois NÃO há alimento absolutamente bom para tudo, nem bom para todos.
É muito comum a pergunta: “Tal” dieta ou alimento ou suplemento é bom? A pergunta está incompleta, pois necessita dos complementos: Para que? Para quem? E qual a melhor forma de uso para a finalidade desejada?
Pois é, uma coisa pode ser ótima para um indivíduo, mais ou menos para outro, não ter efeito nenhum em outro e em outros casos até agrava o estado de saúde, pois pode ser bom para tratar determinada doença e ter a capacidade de agravar outra. Então precisamos saber: O que precisamos realmente? Qual a quantidade necessária? Qual a frequência de uso? etc.

Precisamos saber criar condições favoráveis  para manutenção do estado de saúde ou para recuperação de doenças, emagrecimento, etc. Estas condições são decorrentes de um conjunto de boas escolhas alimentares.

A ciência da nutrição é algo muito maior do que contagem de calorias!

A nutrição tem  competência para manter e restabelecer o equilíbrio e bem-estar do organismo, através de escolhas alimentares considerando as características individuais de cada alimento, além do seu valor nutricional, considerando o seu aspecto funcional, assim como considera a necessidade particular de cada indivíduo.

Até breve!

Relatório da ONU sobre os impactos da pecuária sobre o planeta



O estudo identificou 2 principais causas da pressão ambiental: Combustíveis fósseis e agricultura, com atenção especifica dada ao setor de criação de gado e a afirma que a queda global no consumo de carne é vital para evitar as consequências desastrosas.